A Darpa pretende desenvolver sensores para que o hardware de sistemas de defesa das forças armadas norte-americanas tenham a capacidade de cometer suicídio. Mais do que um tipo de obsolência programada às últimas consequências, a ideia é criar eletrônicos que se dissolvam antes de cair nas mãos de inimigos.
Ideia é garantir que tecnologia militar não caia em
mãos erradas (Foto: Reprodução)
O projeto é uma tentativa de resolver situações em que inimigos podem recolher material deixado para trás em ações militares. Com a tecnologia atual, uma nação ou grupo com recursos, teria condições de aplicar engenharia reversa e descobrir segredos do funcionamento dos aparelhos.
A Darpa centra esforços em descobrir materiais que possam ser empregados na fabricação dos aparelhos e que permitam uma rápida desintegração. Em 2012, a Darpa apresentou protótipos de circuitos integrados fabricados com magnésio e silício que, com a aplicação de um determinado solvente, se desfazem em um líquido.
Além das aplicações militares dos eletrônicos que podem ser destruídos com um simples comando, a tecnologia poderia ser usada, por exemplo, na indústria de eletrônicos. Com elementos que de desfazem, os constantes vazamentos de novos lançamentos poderiam ser coisa do passado. Bastaria que o protótipo do próximo smartphone fosse programado para se desfazer, caso caísse em mãos erradas.
mãos erradas (Foto: Reprodução)
O projeto é uma tentativa de resolver situações em que inimigos podem recolher material deixado para trás em ações militares. Com a tecnologia atual, uma nação ou grupo com recursos, teria condições de aplicar engenharia reversa e descobrir segredos do funcionamento dos aparelhos.
A Darpa centra esforços em descobrir materiais que possam ser empregados na fabricação dos aparelhos e que permitam uma rápida desintegração. Em 2012, a Darpa apresentou protótipos de circuitos integrados fabricados com magnésio e silício que, com a aplicação de um determinado solvente, se desfazem em um líquido.
Além das aplicações militares dos eletrônicos que podem ser destruídos com um simples comando, a tecnologia poderia ser usada, por exemplo, na indústria de eletrônicos. Com elementos que de desfazem, os constantes vazamentos de novos lançamentos poderiam ser coisa do passado. Bastaria que o protótipo do próximo smartphone fosse programado para se desfazer, caso caísse em mãos erradas.
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